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Notícias do Correio 22 - Partido da República

17/11/2015
 
 
senador Wellington Fagundes (PR-MT)
Senador Wellington Fagundes (PR-MT)
Sem receber do Governo, construtoras ameaçam abandonar canteiros de obras; com desemprego, há temor de graves efeitos sociais.

Brasília - O senador Wellington Fagundes (PR-MT) insistiu, durante discurso no Plenário do Senado, que o Governo Federal, mesmo diante do atual quadro de crise, “priorize alguns aspectos importantes para o desenvolvimento do País”. Dessa forma, voltou a defender medidas que possam assegurar a continuidade das obras de duplicação da BR-163, em Mato Grosso, no trecho de sobreposição com as BRs 070 e 364. Hoje, segundo ele, é necessário o pagamento de R$ 2 bilhões.

“Claro que não podemos abrir mão da política social que o Governo tem implementado nesses últimos 12 anos, desde o presidente Lula, com os Programas Minha Casa, Minha Vida é o Bolsa Família. Todos esses programas que tiraram mais de 50 milhões de pessoas da pobreza. Isso é muito importante” – disse. “Felizmente, hoje, podemos dizer que avançamos muito, mas precisamos avançar mais”.

Existem empresas que estão há seis meses esperando para receber o valor de medições de obras realizadas nesse trecho. Segundo ele, não há construtora atualmente no Brasil que consiga trabalhar em razão da descapitalização. “A maioria delas está começando a abandonar as obras” - disse.
Vice-líder do Governo no Senado, o republicano apelou aos ministros da área econômica do Governo para que seja resolvida, inicialmente, a liberação de recursos para o pagamento das dívidas com as empresas contratadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), responsável pela duplicação dos trechos sobrepostos da rodovia. O restante da pista, entre Sinop e Posto Gil, e de Rondonópolis à divisa com Mato Grosso do Sul, está a cargo da Concessionária Rota do Oeste.

Na semana passada, ao lado de diretores do Dnit e da superintendência do órgão em Mato Grosso, bem como do Ministério dos Transportes, Wellington percorreu grande parte da rodovia que se encontra em obras. Em algumas cidades ouviu apelos da população pedindo a continuidade da duplicação.

Ele citou o caso de São Pedro da Cipa, que tinha uma usina de cana-de-açúcar, fechada há três anos. Com a instalação do canteiro de obras da construtora na cidade, voltou a possibilidade de empregos. “Houve calma na fragilidade social que estava acontecendo. Agora, com o atraso dos pagamentos, volta a crise. São trabalhadores, pais e mães de família que acordam de madrugada, que vão trabalhar e que, no fim do mês, não recebem seu salário” - explicou.

O senador relatou que não são apenas os trabalhadores diretamente prejudicados com a situação. Também os fornecedores, desde a dona do hotel, da pensão, também os prestadores de serviço, os caminhoneiros, os donos de ônibus que transportam passageiros.

“A nossa preocupação – disse o senador – é voltar àquilo que ocorria quando o presidente Lula assumiu”. Naquela época, lembra o senador, o Ministério dos Transportes devia em torno de R$ 1,7 bilhão. O Brasil vivia sob os escombros da Operação Tapa-Buracos – “que desmoraliza qualquer administração pública”. Ou seja – acrescentou o senador –, “a gente assistia quase todo dia nas emissoras de televisão mostrando aquelas estradas extremamente precárias”.

Wellington destacou que o Governo pagou as dívidas e aumentou os investimentos, chegando ao volume de R$ 18 bilhões em apenas um ano. “Agora, começa novamente o declínio desses aportes, e a nossa preocupação é que está chegando o período das chuvas, principalmente na região amazônica” - alertou. Segundo ele, se não houver manutenção eficiente, com certeza tudo vai voltar ao que era antes: “E isso seria uma desmoralização muito grande para o Governo, e não é o que queremos”.

Esse trecho entre Rondonópolis e o Posto Gil é o único do Brasil que tem concessão e que uma parte é feita pela concessionária, e a outra, pelo Ministério dos Transportes. Esse fato, de acordo com o senador, resultou em uma tarifa muito mais barata aos usuários. Além disso, o número de acidentes foi reduzido consideravelmente. “Nós temos pesquisas em que o usuário está mostrando a sua satisfação, porque a concessão não diz respeito somente à construção de estradas, mas a uma prestação de serviço ao usuário” - acrescentou.



Fonte: Assesssoria de Imprensa do senador
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