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Notícias do Correio 22 - Partido da República

15/05/2015
 
 
Produção de etanol do milho em MT tem viabilidade comprovada, mas faltam incentivos
Produção de etanol do milho em MT tem viabilidade comprovada, mas faltam incentivos
Mato Grosso tem capacidade para assumir papel estratégico na produção e fornecimento de etanol feito a partir do milho. Mas falta, por parte do Governo Federal, incentivos e políticas públicas para a produção do biocombustível. Nesta quinta-feira (14.05), na Confederação Nacional da Agricultura (CNA), o senador Blairo Maggi falou sobre políticas de incentivo, no II Fórum Brasileiro de Etanol de Cereais.

"Os americanos, muito sabiamente, fizeram o que deveríamos fazer. Levaram as indústrias para dentro da zona de produção, e por isso conquistaram um rápido crescimento no setor", comparou Maggi.

Outro ponto levantado por Blairo foi sobre a produção de alimentos, que, afirma, não compete com a produção de combustível.
"Quando Lula ainda era presidente, recebi o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Marino Franz, que estava na luta para conseguir recursos para a construção de uma usina. Seria exclusiva para o aproveitamento de milho. Tentamos junto ao Governo, mas não deu para convencer o presidente de que o projeto não competiria com a produção de alimento", contou ao afirmar que hoje o ambiente é outro.

Em consonância com Maggi, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura (MAPA), André Nassar, comentou que não vê "mais sentido nesse argumento". Para ele, a questão está em estudar a viabilidade econômica da proposta.

"Nos Estados Unidos, o custo da energia é a metade daqui. Para o MAPA, politicamente é possível. Mas é preciso avaliar economicamente. Temos que fazer o milho virar um produto viável", ponderou.

Uma política de incentivo, sugeriu Nassar, seria premiar produtores por benefício ambiental na produção de milho e cana.

Glauber Silveira, conselheiro consultivo da Aprosoja, lembrou que a viabilidade da proposta não está mais em discussão, uma vez que isso já foi comprovado. Em Mato Grosso, complementou Maggi, os produtores estão aproveitando as usinas de cana-de-açúcar para a produção do etanol.

Mas, Silveira apontou disparidades no mercado brasileiro, que exporta hoje cerca de 20 milhões de toneladas de milho.

A primeira delas está no custo do etanol na bomba. O biocombustível sai da usina ao custo de R$ 1,20, mas é repassado ao consumidor a R$ 2,40, chegando a R$ 2,80 em Brasília.

Outro ponto está na política de mercado do país, que importa gasolina e exporta a matéria prima do etanol.

"Estamos importando gasolina e exportando milho? O etanol de milho é um grande potencial brasileiro", apontou.

ARTICULAÇÃO COM O CONGRESSO NACIONAL

Durante o evento, o senador Blairo Maggi garantiu ao grupo que o Congresso Nacional não se furtará ao debate. Mas o avanço do tema depende, em grande parte, do setor.

"O segmento precisa saber o que ele quer, como ele quer e aonde quer chegar. Sempre fui um entusiasta e acho que esse é um caminho para uma atividade forte dentro do agronegócio brasileiro", aconselhou.

DEMANDA

De acordo com a Aprosoja, os estados do Norte dependem do combustível produzido no Sudeste. Mato Grosso, a partir de uma demanda constante e continuada, tem potencial para redesenhar a cadeia de suprimentos de biocombustíveis no Centro-Norte do Brasil.

Em 2013, o Estado consumiu 587 milhões de litros de gasolina e o fornecimento foi via São Paulo.

Nos últimos 10 anos, a produção de milho em Mato Grosso saiu de 3,4 milhões para 21 milhões de toneladas. Hoje, a área de cultivo do grão é de 3 milhões de hectares, e deve chegar a 5,7 milhões em 2023. Até lá, os mato-grossenses responderão por 63% da produção do Centro-Oeste.

Em todo o Brasil, a produção de milho chega a 80 milhões de toneladas, numa área cultivada de mais de 15 milhões de hectares.



Fonte: Assessoria de Comunicação
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