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Senador Blairo Maggi (PR-MT)
Senador Blairo Maggi (PR-MT)
Brasília - O preço e a diversidade das matrizes energéticas brasileiras são temas de grande relevância que, de acordo com o senador Blairo Maggi (PR-MT), aguardam de forma irresponsável por definições do governo federal.

O assunto foi abordado durante audiência pública, realizada pela Comissão de Infraestrutura (CI) do Senado, na última quarta-feira, 22, para apresentar o resultado de pesquisa feita pelo Data Senado, em parceria com a Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, sobre as opiniões dos brasileiros acerca de políticas energéticas adotadas no Brasil.

Os números apontam que a população anseia por mudanças no setor, já que 97% declarou preocupação com as questões climáticas e 96% com a poluição do ar.

Segundo consta, 85% dos entrevistados concordam que o País invista mais em energia eólica e solar, e, ainda, que as concessionárias de energia devam usar parte dos seus lucros para financiamento de projetos de avanço tecnológico nesses tipos de energia. Outros 76% defendem que parte dos impostos arrecadados pelo Governo Federal também sejam aplicados em políticas de incentivo à energia limpa.

A urgência em diversificar as matrizes, de acordo com Maggi, está na necessidade de suprir possíveis falhas causadas tanto pela sazonalidade do volume de água dos reservatórios, como para garantir o suprimento para todo o país, uma vez que os recentes projetos estão sendo construídos "a fio d'água", como destacou o senador.
Para o senador republicano a questão vai mais além. Segundo cita, é preciso que a população entenda a viabilidade de cada iniciativa, já que o brasileiro ainda paga um alto preço pelo modelo adotado quando o assunto é meio ambiente.

"Nós, cidadãos brasileiros, pagamos caro pela política que foi estabelecida em nome da questão ambiental. Tudo em detrimento da produtividade e do ganho de escala desses projetos. Ocorre que o Brasil está em larga desvantagem em relação a outros países, quando têm matrizes energéticas ou produção de energia mais barata", declarou Maggi.

Blairo lembra que é preciso repensar a forma como as informações norteiam as opiniões. A imprensa, segundo ele, tem papel decisivo nesse contexto.

Reserva de água - "A imprensa, quando bombardeia, por exemplo, as construções de hidrelétricas, influencia diretamente na opinião da população. Porém, o mundo inteiro usa água de chuva, e reserva para depois usar, quando não tem mais. No Brasil, infelizmente, ainda não tivemos esse entendimento. Aqui quando a 'reservação' é permitida, o empresário tem que ter muita persistência para vencer as sucessivas liminares e conseguir gerar energia", desabafou.

Maggi encerrou sua participação no debate lembrando o caos vivido pelo setor nos últimos meses, como na cidade de São Paulo. "Penso que precisamos de áreas maiores para termos lagos que comportem a demanda em época de escassez de chuvas, por exemplo. Não tivemos um racionamento geral há alguns meses por que as termoelétricas foram acionadas, mas, por isso, o custo da energia no Brasil triplicou", explicou.

A pesquisa

O Data Senado ouviu 1166 pessoas, em diversos estados brasileiros, por questionário feito via telefone, com os registros da Anatel. Ficou constatada a tendência do brasileiro em pagar mais pela energia que consome quando o custo maior estiver ligado à geração de energia limpa, à eficiência energética e da própria rede elétrica.



Fontes: Assessoria de Imprensa do Senador/ Agência Senado


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