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Leia Notícias do Correio 22

  19/10/2011
 
   
Senador Clésio Andrade (PR-MG)
Senador Clésio Andrade (PR-MG)
O senador Clésio Andrade (PR-MG), não mede esforços para defender a consolidação da cafeicultura como uma atividade agrícola no novo Código Florestal. O parlamentar republicano defende que, desta forma, o produtor de café vai ter mais segurança jurídica para o plantio do grão.

Clésio Andrade afirma que os pequenos produtores podem ser prejudicados com o novo texto de alteração do código, que define as áreas de altitude, propícias para o cultivo do café, como morros e encostas, como locais de preservação permanente (APPs).

"O principal ponto que acaba afetando o setor cafeeiro é a questão das encostas e as alturas porque o café é um produto que só pode ser plantado em altas altitudes, acima de 800 metros. E altas altitudes normalmente são próximas de serras e encostas", observou o republicano.

Debate

No início do mês de outubro, cafeicultores do sul de Minas Gerais compareceram ao Senado para participar de audiência pública, proposta por Andrade, para  debater  o  impacto  da     reforma   do
Código Florestal na região. Durante o encontro, os produtores apresentaram as principais preocupações e mostraram que o novo código pode ser aprovado sem prejudicar os cafeicultores e a produção nacional.

"A audiência foi muito importante porque deu oportunidade dos produtores de café apresentarem os impactos que código florestal, da forma que está sendo proposta pelo Senado, vai provocar no setor cafeeiro", avaliou o senador.

Segundo dados da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), caso a produção não possa continuar em morros e encostas, haverá redução de 24,7% na produção de café, ou seja, 664 mil toneladas. O estado de Minas Gerais, que responde por praticamente metade da produção, deixaria de produzir 334,7 mil toneladas e o Espírito Santo menos 234,7 mil toneladas de café.

O relatório do código florestal que veio da Câmara dos Deputados, de autoria do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) prevê que em áreas como encostas de morro será permitido o cultivo do café. "Por isso, queremos aprovar o código que veio da Câmara, porque conjuga preservação e produção", ressaltou Clésio Andrade.



 

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