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Notícias do Correio 22 - Partido da República

 
  23/05/2011
 
   
Luciano Castro é destaque em revista nacional de infra-estrutura
Luciano Castro é destaque em revista nacional de infra-estrutura
A entrevista com o deputado Luciano Castro (PR-RR) é um dos destaques da revista Rodovias & Vias, edição de abril, no encarte especial - "Roraima: terra de oportunidades".

Ao longo de 16 páginas, a revista traz matérias sobre o desenvolvimento do estado, a construção e recuperação das estradas, a integração com os países vizinhos e o futuro da economia local.

Ao lado de outras lideranças políticas como o governador do estado, Anchieta Júnior e o senador Romero Jucá (PMDB-RR), Luciano Castro fala sobre o trabalho que desempenha na Câmara dos Deputados em benefício de Roraima, o estado que mais cresce na região Norte do Brasil.
Castro, no 6º mandato, mostra porque gosta de política. "Não fazemos política para usufruto próprio. Meus filhos e meus netos querem ter um estado melhor, os filhos e netos dos cidadãos roraimenses querem ter uma perspectiva melhor".

Leia na íntegra a entrevista de Luciano Castro



Rodovias &Vias: Percorrendo o estado, observamos que Roraima está um verdadeiro canteiro de obras. Sabemos que isso, em boa parte, não seria possível sem uma atuação firme dos parlamentares do estado. Que tipo de ação o senhor teve que desenvolver em Brasília para que todos estes recursos fossem disponibilizados para o estado?


Luciano Castro: Nós tivemos uma equação que nos ajudou muito. Eu liderei o nosso partido, o Partido da República, por três anos. Durante este período, o Ministro Alfredo Nascimento, também do PR, nos ajudou muito. Costumo dizer a ele que, se nós não tivéssemos resolvido o problema da BR-174 e das outras rodovias federais do estado, agora, por exemplo, ninguém mais resolvia. Esta equação, de ter o líder do partido no estado, o Ministro e o Senador da República também da nossa região, facilita a realização de ações importantes como esta. Veja, o programa de restauração da BR-174 é um programa de desenvolvimento que vai envolver da fronteira com a Venezuela até a divisa com o Amazonas. Trata-se de um investimento de cerca de R$ 700 milhões em que, além disso, estão incluídos a restauração da BR-210 pelo menos até São João da Baliza e a usina de Jatapu, e o projeto de restauração da BR-401 que liga daqui à Guiana. É importante que esta rodovia seja restaurada. Também estamos fazendo o asfaltamento da BR-432, que conseguimos incluir no PAC. Ela vai ter, agora, mais de 50 km asfaltados e devemos concluí-la pelo menos ate o final do ano que vem. A BR-432 corta uma região produtora do município do Cantá, chegando até Caracaraí. Sem dúvida nenhuma, ela vai ajudar a desenvolver muito o nosso estado. Ainda sobre a BR-174, seu trecho Norte está com seu projeto aprovado e o governo do estado deverá licitá-lo ainda este ano para que as obras comecem. É um trecho que, por merecer um tratamento diferenciado, terá todo o acostamento executado daqui até a divisa com a Venezuela, além da implantação das terceiras faixas, para facilitar o transporte de carga. Faremos ainda a contenção das encostas, bem como a adequação geométrica de algumas curvas, que precisam ser revistas. Este conjunto de obras nas BRs é de fundamental importância. Acho que não se pode pensar em desenvolvimento sem duas vertentes: uma das rodovias e a outra da energia.

Já que o senhor mencionou energia, poderia discorrer mais a respeito?

Bem, o Governador Anchieta tem feito um esforço grande para interiorizar o programa energético, no sentido de interligar sistemas e levar energia de qualidade, saindo do modelo de termoelétricas que acontece muito no nosso interior. Temos um sistema isolado, e interligá-lo é muito importante. Estamos vivendo um problema, pois nossa energia é comprada do sistema Guri da Venezuela. Tínhamos um contrato de 200 megawatts em compras, mas na realidade eles não têm conseguido gerar isso e às vezes geram menos de 100 megawatts. Nosso pico de demanda chega a 120 "megas". Ou seja, daqui a pouco nós teremos sérios problemas de energia no estado se não buscarmos alternativas como a interligação ao sistema Tucuruí, que viria de Manaus até Boa Vista, e outros sistemas secundários, como o governo está fazendo. A revitalização de Jatapu, que é uma pequena hidrelétrica do sul do estado, também ajudaria, gerando energia adicional para aquela região produtora. Há muito que fazer, são obras estruturantes, grandes e que demandam tempo. Certamente elas atenderão a esta necessidade básica do estado para seu desenvolvimento.

Com recursos garantidos e consolidados, qual é a previsão de investimentos nos próximos quatro anos? Quais serão os próximos passos no sentido do desenvolvimento do estado?

É preciso criar as bases do desenvolvimento. Eu já disse que sem estradas e energia não há base para o desenvolvimento, então eu acho que o governo tem atacado esses dois pilares, transmitindo segurança aos investidores. Naturalmente que, paralelo a isso, começa-se a chegar ao investimento no setor produtivo, atraindo, neste contexto, um forte contingente de agricultores e produtores especializados. O Governador tem feito contatos com diversos grupos interessados, e estudos indicam que podemos elevar a área plantada de soja para 50 mil hectares. A partir disso, há outros negócios que passam a ser incentivados, como o processamento da soja e das atividades que dão sustentação ao plantio, gerando uma série de subprodutos industrializados, que sem dúvida nenhuma vão dar um perfil de industrialização importante para o estado. Roraima tem vocação agrícola, mas eu costumo dizer que nós temos que buscar uma vocação industrial, e não apenas o perfil da agroindústria. Devemos buscar outro tipo de negociação, que possa nos ajudar a desenvolver um sistema industrial complementar ao da Zona Franca de Manaus. Temos que ir plantando e colhendo. Estes programas, ao lado da regularização fundiária e da titularidade de terras, representam avanços importantes e transmitem sucesso aos investidores. Ainda, infelizmente, temos um modelo muito estatizante. As pessoas, os empresários dependem muito do estado. Mas é um modelo que tende a desaparecer com o crescimento, deixando de lado a "economia de contracheque" e migrando para uma economia efetiva, de investimento no capital produtivo, com geração de emprego.

Como o senhor vê a inclusão da Venezuela no Mercosul? É positiva para Roraima? Como foi a articulação do senhor neste sentido?

Essa foi uma luta grande, porque havia resistências à inclusão da Venezuela no Mercosul em razão da atuação do Presidente Hugo Chávez. Um regime com características ditatoriais, o que criou uma reação muito grande no Congresso. Independente disso, eu costumo dizer que os regimes passam, os regimes mudam, mas a economia, a pujança da Venezuela, o mercado consumidor continua e vai continuar sempre. Nós não devemos abrir mão e Roraima não poderia abrir mão da incorporação deste país ao Mercosul. A Venezuela é uma São Paulo aqui do nosso lado, um consumidor muito grande, carente de tudo, e que sem dúvida nenhuma pode servir de suporte para o nosso desenvolvimento. Apesar de ela estar vivendo uma situação de dificuldades econômicas, isso é temporário. Não fazemos política para usufruto próprio. Meus filhos e meus netos querem ter um estado melhor, os filhos e netos dos cidadãos roraimenses querem ter uma perspectiva melhor, e eu acho que a Venezuela, com Chávez ou sem Chávez, perseverá. Certamente, com um novo regime de governo, poderemos ter uma abertura muito forte e muito importante para o Brasil. Não podemos esquecer que a Venezuela é um país produtor de petróleo importante, inclusive no setor petroquímico, que, embora tenha ficado um pouco defasado pela falta de investimentos, é um suporte fundamental para a economia brasileira e para nossa região.



Fonte: http://www.lucianocastrorr.com.br/
   




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