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A liberal ressaltou que o Dia Mundial do Parkinson tem o objetivo de conscientizar a população sobre a doença, que atinge cerca de oito milhões de pessoas. 
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Soraya Santos

destaca o Dia Mundial de
Conscientização da Doença de Parkinson


Brasília - A presidente do PL Mulher, deputada federal Soraya Santos (PL-RJ) destacou, nesta segunda-feira,11, por meio de publicação em suas redes sociais, o Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson.

A liberal ressaltou que o Dia Mundial do Parkinson tem o objetivo de conscientizar a população sobre a doença, que atinge cerca de oito milhões de pessoas.

“Sou coautora do projeto de lei 2730/2020, que institui abril como o mês de conscientização da Doença de Parkinson. E também do PL 2048/2020, que prevê medidas excepcionais para a avaliação das condições de pessoas que recebem auxílio-doença em função de Alzheimer, Parkinson, Lúpus e outras doenças crônico degenerativas”, explicou a parlamentar.

Ela lembrou na publicação, que esteve junto ao Ministro da Saúde em 2018 para derrubar a norma 38, que impedia a compra de medicamentos aos portadores da doença com idade inferior a 51 anos na Farmácia Popular.

“Requeri na Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência (CPD) junto com a Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) uma audiência pública para discutir aspectos relacionados ao Parkinson e o impacto na vida dos portadores”, frisou.

Soraya Santos frisou ainda que o tema merece atenção e sensibilidade, “para a melhoria na qualidade de vida dos portadores”.

Saiba mais

Segundo o Ministério da Saúde, o Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson foi estabelecido pela Organização Mundial de Saúde, em 1998, e tem como objetivo esclarecer a doença e as possibilidades de tratamento para que o paciente e sua família tenham uma melhor qualidade de vida. O quadro foi identificado pela primeira vez, em 1817, por James Parkinson, que descreveu os principais sintomas da doença publicados no Ensaio sobre a Paralisia Agitante.

A Doença de Parkinson é caracterizada basicamente por tremor de repouso, tremor nas extremidades, instabilidade postural, rigidez de articulações e lentidão nos movimentos. Há também outros sintomas não motores, como a diminuição do olfato, distúrbios do sono, alteração do ritmo intestinal e depressão. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que aproximadamente 1% da população mundial com idade superior a 65 anos tem a doença. No Brasil, estima-se que 200 mil pessoas sofram com o problema. “Eu estava no escritório e senti o dedo da mão meio duro. Não estava conseguindo fecha o botão da calça direito. Tive quase todos os sintomas. Rigidez nas articulações, tremores e há alguns anos eu já conversava com a minha esposa que não estava mais sentindo o cheiro das coisas direito”, relata José Roberto, economista aposentado que teve o diagnostico para doença de Parkinson.

A cura ainda não foi alcançada, mas há estudos em nível experimental sobre outras alternativas de tratamento. De acordo com o Protocolo Clínico e Diretriz Terapêutica do Sistema Único de Saúde para pessoas com Doença de Parkinson, publicado pela portaria nº 228, de 10 de maio de 2010, os medicamentos disponíveis no SUS para o tratamento são: Levodopa/carbidopa; Levodopa/benserazida; Bromocriptina; Pramipexol; Amantadina; Biperideno; Triexifenidil; Selegilina; Tolcapona e Entacapona. A escolha do medicamento mais adequado deverá levar em consideração fatores como estágio da doença, a sintomatologia presente, ocorrência de efeitos colaterais, idade do paciente, medicamentos em uso e seu custo.

Os medicamentos para Parkinson são disponibilizados gratuitamente pelo SUS através do Programa de Medicamentos Excepcionais. Confira mais no Departamento de Assistência Farmacêutica.

Pacientes com incapacidade funcional causada pelos sintomas parkinsonianos também podem se beneficiar de programas terapêuticos de reabilitação, envolvendo fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e suporte psicológico e familiar, buscando evitar e/ou retardar a perda de suas funcionalidade e habilidades motoras. Tais serviços são ofertados na Rede SUS, nos Centros Especializados em Reabilitação com modalidade de reabilitação física.

Fonte: Redes sociais da deputada




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