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Líder do PL no Senado, Senador Carlos Portinho (PL-RJ) 

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Portinho

defende que a SAF agrega instrumentos de mercado
para o gerenciamento das dívidas dos clubes de futebol


Brasília - O líder do PL no Senado, Senador Carlos Portinho (PL-RJ) repercutiu em suas redes sociais, na última segunda-feira, 24, matéria publicada pelo portal de notícias do Jornal Valor Econômico, que especialistas defenderam que a Sociedade Anônima do Futebol pode atrair grandes empresas para o esporte.

De acordo com a publicação, Políticos, dirigentes e acadêmicos envolvidos na criação e aplicação da legislação da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) defenderam que o modelo amplia o leque de estratégias para o pagamento de dívidas dos clubes. E, mais do que isso, pode atrair as grandes empresas de outros segmentos para o futebol.

A discussão aconteceu no painel online Perspectivas da SAF no Brasil, organizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O senador Carlos Portinho, relator do projeto no Senado, afirmou que uma SAF agrega instrumentos de mercado para o gerenciamento das dívidas: o Regime Centralizado de Execuções (RCE), quando o volume devido é parcelado de forma a permitir pagamento e continuidade das atividades do clube, ou a recuperação judicial.

A matéria cita que o Cruzeiro, que criou uma SAF cujo controle foi vendido para o ex-jogador Ronaldo Nazário, optou por quitar os débitos do futebol por meio do RCE, o que já poderia fazer enquanto associação civil, modelo tradicional dos clubes de futebol brasileiros. A diferença, segundo Portinho, é que agora o Cruzeiro pode lançar mão de toda uma engenharia de mercado típica de empresas que antes não podia, o que inclui emissões de debêntures, refinanciamentos ou simples mudança de credor.

“Se o clube cair [de divisão] perto do final dos dez anos previstos pela lei da SAF para pagamento da dívida, ele pode ir a banco, mudar de credor, emitir debêntures, criar meios de esticar a dívida por mais dez anos, o que o modelo de associação civil não permite”, relatou o liberal.

Além dessa vantagem, o senador lembra que a mudança para SAF traz como obrigatório modelo de gestão empresarial pautado em governança e transparência, antes facultativo, e também impõe responsabilidade pessoal do gestor – tanto para os dirigentes do clube quanto para os investidores ora entrantes na SAF.

“Se o Sérgio [Rodrigues, presidente do Cruzeiro] receber os 10% [que cabe ao clube pelo resultado] e não repassar para o ato trabalhista, ele responde pessoalmente. Foi isso que não aconteceu nos processos de ato trabalhista das associações. Como não tinha responsabilidade individual, o gestor recebia a receita e a escamoteava, não repassava para o pagamento de dívidas”, explicou.

Portinho lembrou que a escolha pelo RCE legalmente não impede migração para recuperação judicial à frente. Em qualquer dos casos, ele define a novidade da SAF como um acelerador para a quitação de débitos já que, além dos mecanismos já mencionados, permite ao credor converter parte das dívidas em participação acionária. “Todos esses mecanismos só existem na SAF”, disse.

Em linha com Portinho, o coordenador acadêmico na FGV do curso Gestão de Esporte, Pedro Trengrouse, diz que as possibilidades para pagamento de dívidas são apenas mais um aspecto da SAF, cuja principal função é a criação de um novo ecossistema de negócios no Brasil ligado ao futebol. Entre as novas frentes, Trengrouse cita a possibilidade de as grandes empresas que atuam no país começarem a comprar participação em clubes, assim como já acontece em outros países, como Japão, China e até Europa.

Ele sugere a realização de audiência pública com as maiores empresas do país em cada segmento para apresentação desse caminho às empresas, o que estaria atrasado no Brasil na comparação com países vizinhos, como por exemplo o México, onde a Coca-Cola já administra um clube.

Portinho frisou que empresas de logística e varejo, como Magazine Luiza e Mercado Livre, poderiam enxergar no futebol uma forma de atingir em cheio seus usuários por meio de ações de marketing tradicionais, como a exposição de marca nas camisas e estádios e, ao mesmo tempo, terem uma parte do negócio a fim de participarem de fato de sua rentabilidade.

“Além de investir para atingir o consumidor final, as empresas também podem ter o retorno de participações acionárias em clubes. Então ela não só vai alugar a camisa e por aquele dinheiro que no final do mês vai render exposição e nada mais, como também pode ter um resultado maior por investimento financeiro. Empresas sérias, que não são os faraós, podem atingir o consumidor e condicionar seu ingresso na SAF à exclusividade para exposição da marca”, ressaltou o senador.

Leia matéria completa: https://valor.globo.com/empresas/noticia/2022/01/24/sociedade-anonima-do-futebol-pode-atrair-grandes-empresas-para-o-esporte-dizem-especialistas.ghtml

Fonte: Valor Econômico




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