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Artigo:

Governador Cláudio Castro
- A vez de o gago falar


Há pouco mais de um ano, esta Folha publicou coluna de Alvaro Costa e Silva ("O agregado do clã Bolsonaro", 11/12/20) na qual afirmava que eu, como governador do Rio de Janeiro, queria "sumir dentro de um buraco" e cujo ato mais notável teria sido comer um bife em um tradicional bar carioca. Além disso, mencionava com preconceito minha gagueira, característica que tenho desde criança e que já me provocou muito sofrimento. Na dita coluna, fui descrito como alguém que "fala baixo, gaguejando e engolindo as palavras —o que é estranho para quem, antes da política, ganhava a vida como advogado e cantor gospel".

É inaceitável que um veículo que afirma defender as minorias permita uma publicação intolerante e discriminatória sem nunca ter se retratado, apesar dos pedidos. Como nunca fui de lamentar, mas de enfrentar os obstáculos, a gagueira fez eu me envolver com a música de tal forma que construí sim uma carreira como cantor. É que, quando canto, não gaguejo. Pois então, quando aquela coluna foi publicada, uma nova história já estava sendo escrita. O Rio de Janeiro mudou e, agora, é a vez de o gago falar.

Assumi o governo, em plena pandemia, com o Regime de Recuperação Fiscal para vencer e sem R$ 6,2 bilhões para fechar o ano. As turbulências políticas impediam a busca por soluções para milhões de desempregados de volta ao Mapa da Fome. Os salários estavam na iminência de atrasar. No entanto, a motivação para superar as crises inspirou uma nova etapa de crescimento, dignidade e justiça social.

Em prol da vacinação contra a Covid-19, o governo do estado distribuiu mais de 25 milhões de doses e atingiu 73% da população imunizada. Com baixa transmissão, temos uma das menores ocupações de leitos do país —mas seguimos vigilantes e diligentes. O auxílio emergencial estadual atende 129 mil famílias e concedeu R$ 235 milhões a 18 mil empreendedores. Refeições populares alimentaram quase 4 milhões de pessoas, ao mesmo tempo em que o RJ para Todos acolhe quem está nas ruas, e o Hotel Acolhedor garante o pernoite. Fizemos o retorno 100% presencial do ensino e vamos contratar mais de 9.000 mães em um grande projeto que une renda e combate à evasão escolar.

Mesmo assim, a melhor política social é a geração de emprego. Recuperamos 100% das vagas fechadas na pandemia: são dez meses consecutivos de saldo positivo. Pela primeira vez em cinco anos, a Lei Orçamentária não apresenta déficit, e o pagamento de 96,5% dos fornecedores está feito. Antecipamos 14 folhas de salários seguidas, e o abono de Natal injetou R$ 260 milhões na economia do estado.

A gestão responsável rendeu um bom ambiente de negócios e previsibilidade institucional. É assim que o Rio voltou a ser um polo de investimentos. Magazine Luiza, União Química, Amazon, Pernambucanas e BRF estão se instalando aqui; Jaguar Land Rover e Volkswagen vão ampliar seus negócios. Mais de 75 mil empresas abriram em 2021, e, até o fim de 2022, mapeamos R$ 70 bilhões da iniciativa privada. Em viagem à Europa, resgatamos a credibilidade frente a importantes stakeholders internacionais.

O progresso na segurança atesta a estratégia: os homicídios dolosos estão no menor patamar em 30 anos; o roubo de veículos é o mais baixo em 9; o roubo de carga está no menor índice desde 2013. A maior licitação do Brasil para aquisição de câmeras portáteis vai resguardar policiais de falsas acusações e dar transparência às ações, reduzindo a letalidade. O combate às milícias realizou mais de mil prisões e deu R$ 2,2 bilhões de prejuízos aos criminosos.

Por fim, lançamos o maior pacote de investimentos da nossa história: R$ 17 bilhões em projetos nos 92 municípios. O Pacto RJ deve gerar 150 mil empregos. Isso sem esquecer a concessão da Cedae. A primeira fase, com ágio de 140%, e a segunda, com 90%, se tornaram um dos únicos leilões do país sem contestação, dada a transparência.

Os alicerces de um novo momento são resultado de empenho pessoal, mas também de uma equipe competente e dedicada. Críticas existem, é do jogo —que prefiro jogar com respeito e cordialidade. Quem acreditou que um gago não conseguiria ser governador ou seria estafeta, hoje vê o quanto já entregamos. Está liberado gostar ou desgostar. O gago trabalha pelo Rio de Janeiro.

Cláudio Castro (PL-RJ), Governador do Rio de Janeiro

Fonte: Artigo publicado no jornal A Folha de S. Paulo




Provérbios LIBERAR O CMOMÉRCIO DE ARMAS DE FOGO

 
   
 
 
 
 
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